Postagens

Mostrando postagens com o rótulo [FÉ]

De Martin a Jair: A onda "pela família" e bolsonarismo

Imagem
A história se repete. A partir de uma polarização imaginária, cria-se uma polarização real. A partir de notícias falsas, cria-se notícias horrorosas de ataque à pluralidade social, à democracia, à justiça.

De Martin a Jair: da luta contra as injustiças à luta contra os injustiçados na América

Imagem
De Martin a Jair, da luta contra as injustiças à luta contra os injustiçados: O que houve com o protestantismo?

O amor é para os fortes... na política também!

Imagem
O amor é para os fortes que se veem fracos, e não amar é para fracos que se veem fortes.

Movimentos Sociais, Política e Cristianismo #Breves

Cristão não precisa [e não deve] ser Bolsonaro 2018. O que movimentos sociais tem a ver com ser cristão? Quando se fala em mobilizações, em desobediência civil, ocupações, em luta pela defesa de direitos iguais, etc., os conservadores ficam enraivecidos e negam a própria moral cristã que dizem seguir. Uma das mais famosas palavras de Cristo depois de “ame ao próximo como a ti mesmo”, é o “negue a si mesmo e tome sua cruz”. Negar a si mesmo, não é seguir X regras religiosas, porque isso os religiosos que mataram Jesus também faziam. Negar a si mesmo é deixar o seu ego e afirmar o coletivo. É deixar de olhar o próprio umbigo, e fazer o que for necessário para o BEM COMUM. Ser cristão nos leva a deixar de se preocupar se o semestre letivo vai atrasar para se preocupar se haverá educação para todos ou não. Isso é negar a si mesmo, e se necessário sofrer em nome do próximo. E quem é o seu próximo? Talvez não esteja no seu bairro, mas certamente na periferia da cidade, se...

[FÉ] Santos ≠ Anormais

Jesus era um cara normal.  Jesus foi morto por ser normal. Foi morto por se recusar a viver na religiosidade. Não rodopiava por aí muito menos se abstinha de viver. Bebia, ia em festas. Tinha grandes amigos. Vivia sua espiritualidade no cotidiano. Não fazia questão de ser conhecido. Muito menos se dizia santo, mas deixava que Deus revelasse aos outros sua santidade, por meio de obras de amor. Não tinha templos, mas visitava um templo da qual era contra por... mero costume. E seja por onde ia, ele pregava o amor. Ele pregava a felicidade. Ele pregava valores essenciais que não nos reprimem muito pelo contrário nos libertam. Santidade não te tira normalidade, o que tira tem outro nome: hipocrisia . E essa hipocrisia, vinda de uma repressão enorme, só faz mal. Faz muito mal. Faz mal à sua espiritualidade, à sua vontade de fazer o bem, à sua própria saúde mental e física. E não é esse o desejo de Deus, Deus não odeia seus seguidores. Ele não quer colocar jugo pesado nas suas emoções...